(via h-e-r-o-i-n)
closer
- Alice: What?
- Dan: This will hurt. I've been with Ana. I'm in love with her. We've been seen each other for a year. It began at her opening.
- Alice: I'm going.
- Dan: I'm sorry.
- Alice: Irrelevant. What are you sorry for?
- Dan: Everything.
- Alice: Why didn't you tell me before?
- Dan: Cowardice.
- Alice: Is it because she's successful?
- Dan: No, it's because she doesn't need me.
- Alice: Did you bring her here?
- Dan: Yes.
- Alice: Didn't she get married?
- Dan: She stopped seeing me.
- Alice: Is that when we went to the country? To celebrate our third anniversary? (...) Did you phone her? Beg her to come back? When you went for your long, lonely walks?
- Dan: Yes.
- Alice: You're piece of shit!
- Dan: Deception is brutal. I'm not pretending otherwise.
- Alice: How? How does it work? How do you do this to someone? Not good enough.
- Dan: I fell in love with her, Alice.
- Alice: As if you had no choice? There's a moment. There's always a moment. "I can do this, I can give in to this or I can resist it.". And I don't know when your moment was, but I bet you there was one. I'm going.
- Dan: It's not safe out there.
- Alice: And it's safe in here?
- Dan: What about your things?
- Alice: I don't need things.
- Dan: Where will you go?
- Alice: Disappear.
pela banalização do “eu te amo”
mais amor, mais “eu te amo”, mais declarações e atitudes. por que não?.
nosso dia-a-dia já é tão corrido, estamos sempre atolados de trabalhos, de problemas, de estresse… vivemos em um mundo cheio de catástrofes, em um país repleto de violência e corrupção… um “eu te amo”, por que não? acredito que falta amor, que faltam demonstrações de afeto.
uma frase com “amor” é tão mais bonita, tão mais delicada e gentil. me parece tão cheia de felicidade e sorrisos e abraços e carinho. sempre que vejo uma foto em que a palavra “amor” aparece na legenda, me pergunto o quão feliz foi o momento retratado. chego a, quase, sentir inveja, uma vontade de ter estado junto, ou de viver um momento igualmente amável.
não só queremos, precisamos de mais amor! e não me venha com o papo de que, hoje em dia, as pessoas não se declaram mais com sinceridade, ou que as pessoas não sabem o significado de amar. quem você pensa que é? quem te elegeu o dono de todas as verdades sentimentais? você se denomina intelectual por “saber fazer uso do amor” como se o intelecto estivesse do lado oposto do sentimento. não são idéias contrárias, ao contrário! são idéias que se complementam.
se for amor, se for de verdade, que seja dito! sem medo, sem vergonha e, também, sem exageros, mas que seja dito! aos primos, tios, avós, pais e amigos e amores, professores e chefes. baixinho, aos sussurros, aos beijos, em público, por meio de gestos, de atitudes, de cartas, bilhetes, mensagens, telefonemas, a distância, em foto, texto, ou voz, mas que seja dito. e que, todos os dias, ou ao menos uma vez por semana, possamos ouvir, ler e/ou dizer ao menos um “eu te amo”, sem medo do ridículo, porque merecemos, porque queremos, porque sentimos. e dizemos. e agimos.
bom dia!